terça-feira, 19 de Agosto de 2008

Novo blog

Agora, o Leituras encontra-se aqui.

terça-feira, 20 de Maio de 2008

Música

Reininho a solo

Rui Reininho prepara-se para lançar, no decorrer deste ano, um disco a solo. Será a concretização de uma ideia que fermentava na mente do cantor dos GNR há pelo menos três anos, altura em que mencionou, pela primeira vez, essa intenção.



Queen em disco com Paul Rodgers

Dezassete anos após a morte do lendário vocalista Freddie Mercury, os Queen regressam com o primeiro grupo de canções originais cantadas por Paul Rodgers. O novo álbum de estúdio, ainda sem título definido, sai para as lojas a 1 de Setembro, exactamente duas semanas antes do início de uma digressão intensiva que passará pelo país vizinho (Madrir, Múrcia e Barcelona, no final de Outubro). As gravações decorreram entre o final do ano passado e o início deste e todas as canções originais terão a assinatura de Brian May, Roger Taylor e Paul Rodgers.



No Doubt

Como anunciado no início do ano pelo guitarrista Tom Dumont, os californianos No Doubt estão a gravar um novo álbum de originais. Depois de uma separação de sete anos, durante a qual editou dois álbuns a solo, Gwen Stefani está novamente reunida com o resto da banda em estúdio, para compor o sucessor de Rock Steady, de 2001. Apesar de assumir estar a ter alguma dificuldade em escrever canções, a cantora assumiu no fórum da banda que este «poderá ser o álbum mais inspirado dos No Doubt até à data».



Madonna em factos e números

150 000 exemplares vendidos do livro "Sex", nos Estados Unidos, no dia de lançamento

132 000 vídeos no YouTube

140 é o valor do seu quociente de inteligência (QI)

35 dólares, o montante que tinha no bolso quando chegou a Nova Iorque em 1978

16 actores de Hollywood são referidos na letra de "Vogue"

11 vezes capa da revista Rolling Stone

9 prémios por más prestações cinematográficas

2 casamentos, com Sean Penn e o actual marido Guy Ritchie

1 Globo de Ouro pelo papel no filme "Evita"



Eric Clapton, a autobiografia

Em prosa desempoeirada e sem tabus, Clapton empreende a tarefa de documentar uma vida recheada de episódios do circo rock. Autobiografia (assim mesmo, sem subtítulo) é uma obra plena de detalhes, onde o guitarrista não se esquiva de abordar os assuntos mais difíceis da sua vida: a dependência do álcool e das drogas duras e a morte trágica do seu filho Conor. Sem esquecer, claro, o rock desbragado.



in Blitz

quarta-feira, 14 de Maio de 2008

Dados preocupantes

«Os portugueses lêem menos jornais e periódicos do que qualquer país da União . Cinco a dez vezes menos, conforme os países. E tenhamos consciência de que as chamadas taxas de leitura desses países já eram o que são hoje há várias décadas. Tal como as portuguesas. Quer isto dizer que se pode quase admitir que existe um patamar de leitura de imprensa (eventualmente também de livros, eis uma questão para a qual não temos resposta) que o crescimento económico não parece conseguir elevar. Em muitos sectores, os portugueses recuperam atrasos ou, melhor dizendo, encurtam a distância que os separa de outros povos. Mas tal não é o caso quando olhamos para a leitura e a circulação de periódicos e de livros. [ ... ] A leitura de livros e de jornais é um hábito, uma necessidade cultural e uma exigência profissional, relativamente independente dos níveis de desenvolvimento económico. Por outras palavras, a leitura de livros e de jornais, durante os séculos XIX e XX, não aumenta necessariamente com o Produto Nacional Bruto . Nem nas mesmas proporções que a alfabetização e a escolarização. [ ... ] Quer isto dizer que há factores explicativos, designadamente históricos, que podem influenciar de modo determinante os níveis de leitura.
No caso português, para retomar a minha hipótese de trabalho, quando foram atingidos níveis razoáveis de escolaridade e quando as taxas de analfabetismo começaram a descer abaixo dos 40 a 50 por cento, já existiam a rádio e sobretudo a televisão. Para a maioria dos portugueses, a palavra escrita nunca foi a principal fonte de informação cultural, profissional, quotidiana, familiar ou política. A televisão instalou-se em Portugal e cobriu o território antes de a escola o ter conseguido. [ ... ] Até porque esta não compreendia os adultos ou os idosos e apenas acolhia as crianças e os adolescentes, nem sequer todos, durante um muito curto período de tempo. Desde então, consolidou-se o lugar da televisão como fonte primordial de informação (e de entretenimento e de consumo cultural), sem que nunca antes a leitura de livros e de periódicos se tivesse generalizado ao Pais, às regiões e às classes sociais.»
António Barreto, «o livro é eterno», in Tempo de Incerteza, Lisboa, Relógio d'Agua, 2002

domingo, 4 de Maio de 2008

25 de Abril de 1974

Na madrugada de 25 de Abril de 1974, o Movimento das Forças Armadas, que conseguira a adesão das principais unidades militares, deu início às operações planeadas e dirigidas pelo major Otelo Saraiva de Carvalho. Estas operações conduziram ao derrube do regime ditatorial de Salazar e à sua substituição por um regime democrático. De facto, o desmantelamento do antigo regime inicou-se logo no próprio dia 25 de Abril. Américo Tomás (Presidente da República), Marcelo Caetano (Primeiro-Ministro) e vários ministros foram presos e, mais tarde, exilados.
O Movimento das Forças Armadas nomeou uma Junta de Salvação Nacional, a quem foram entregues, provisoriamente, os poderes do Estado. Dela faziam parte, entre outros, os generais Spínola e Costa Gomes. Esta, tomou medidas imediatas, como a extinção da polícia política (PIDE); a abolição da censura; a libertação de todos os presos políticos e permissão do regresso dos exilados; autorização de partidos políticos e de sindicatos livres.
Procedeu-se também à nomeação de um Governo Provisório, que integrava personalidades representativas das várias correntes da oposição, como Mário Soares, Álvaro Cunhal e Francisco Sá-Carneiro. Este governo promoveu, desde logo, o reconhecimento internacional do novo regime e a procura de uma solução para o problema colonial que tinha, como consequência, uma guerra que se arrastava há muitos anos. Assim, em Julho de 1974, António Spínola (agora Presidente da República) anunciou o reconhecimento da independência das colónias portuguesas. O 25 de Abril mudou o nosso país onde se vive, desde então, em regime democrático. Este dia é, até hoje, celebrado como o Dia da Liberdade. A “Revolução dos Cravos” não é tão valorizada pelas gerações mais recentes, que não sabem (empiricamente) o que é viver em ditadura.

quinta-feira, 1 de Maio de 2008

1º de Maio

Na sociedade de classes do século XIX, os proletários exerciam o trabalho manual, rejeitado pelos burgueses.
Vítimas da ruína do artesanato ou camponeses desapossados das terras, os novos operários das primeiras décadas do século XIX acorriam às cidades sem possuírem a necessária preparação. Constituíam, por isso, uma espécie de mão-de-obra não qualificada, mais sujeita à arbitrariedade e à exploração.
No seu local de trabalho, o operário defrontava-se com um ambiente inóspito: frio glacial no Inverno e calor sufocante no Verão; má iluminação, falta de arejamento, barulho ensurdecedor; riscos de acidente; ausência de vestiários, sanitários e cantinas; horários de refeições praticamente inexistentes; horário de trabalho de 12 a 16 horas diárias, sem feriados, férias e, até, descanso dominical; salários muito pobres.



Tempos Modernos, 1935

Charlie Chaplin dá-nos sugestivos retratos do mundo vivido ao ritmo veloz do progresso industrial




«As dependências onde ribombam os laminadores são claras e vastas; é necessário um grande espaço para trabalhar o aço. O metal fundido solta-se assobiando, estende-se no solo antes de ser dominado pelas tenazes dos operários.
Infeliz aquele que apanha com o metal expelido pelo laminador. Se o operário que vigia a saída da barra incandescente não salta a tempo, quando ela jorra numa auréola de faíscas, é perfurado de um lado ao outro, enquanto o metal continua o seu caminho.
E todo o operário da laminação está exposto a estes acidentes: basta um segundo de ausência ou de desatenção, baste um descuido; rápido como o relâmpago, o laminador lança o seu projéctil e o homem deixa de existir.»
L. e M. Bonneff, La Vie Tragique des Travailleurs, 1908


«[Em Manchester], num lugar semelhante a um poço, rodeados dos quatros lados por altas fábricas, cobertos de construções, encontram-se dois grupos de cerca de 200 casas, onde vivem cerca de 4000 seres humanos, na maior parte irlandeses. As casas são velhas, sujas e com a menor dimensão possível; as ruas são acidentadas, cortadas por trilhos, não completamente drenadas nem pavimentadas; massas de detritos, de dejectos orgânicos e de imundícies jazem entre os charcos de água que surgem de todos os lados; o ar parece empestado pelas emanações e mais espesso e obscuro pelo fumo de uma dezena de chaminés das fábricas.»
F.Engels, La Condition des Classes Laborieuses en Angleterre, 1845



Desde cedo, os operários reagiram às duras condições de trabalho e de vida.
A reivindicação da jornada de trabalho de 8 horas remonta a uma grandiosa manifestação realizada, para o efeito, em Chicago a 1 de Maio de 1886. A execução dos organizadores do movimento, injustamente acusados de distúrbios bombistas, gerou uma onda de consternação no movimento operário internacional.
Em 1890, instituiu-se o 1º de Maio como dia de luta pela jornada de 8 horas. Na actualidade é simplesmente o Dia do Trabalhador.

segunda-feira, 28 de Abril de 2008

Um ano em cheio!

Este ano promete. Grandes nomes como Whitesnake, Def Leppard, ZZ Top, Iron Maiden, Lenny Kravitz, Bon Jovi, Alanis Morissette, Metallica, Apocalyptica, Offspring, Linkin Park e Sex Pistols irão pisar os palcos portugueses, embora nem todos os mencionados estejam confirmados.
No mealheiro, estão as poupanças para alimentar a vontade e na cabeça o fim do exame nacional de Geografia.
Até lá... muito estudo!

segunda-feira, 14 de Abril de 2008

Trabalho sobre o Doping

No fim do 2ºperíodo, tive de fazer um trabalho sobre o Doping, para a disciplina de Educação Física. Decidi publicá-lo aqui, pois poderá ter uma futura utilidade para outros, embora não esteja aqui publicado na sua versão integral.





O que é o doping?

O termo doping tem origem na palavra “doop”, que é atribuída a um sumo viscoso obtido do ópio, utilizado na Grécia Antiga.
Tendo em conta os avanços da ciência, a definição actual de “doping” está em constante evolução. No entanto, podemos definir doping como a administração ou uso, por um atleta, de qualquer substância estranha ao organismo ou de qualquer substância fisiológica em quantidade anormal, com o objectivo de melhorar, de forma artificial, o seu desempenho. De facto, é esta a definição aceite pelas diversas organizações mundiais de saúde e desporto.
O doping não é, de todo, um fenómeno recente. Já desde o século III a.C. que os gregos recorriam a cogumelos alucinogénicos, para melhorar o seu desempenho desportivo. Também os romanos tomavam estimulantes para enfrentar as provas desportivas, incluindo cafeína, ópio, nitroglicerina, entre outros.
No entanto, o primeiro caso de doping relatado deu-se em 1886, quando um ciclista inglês morreu de overdose por trimetil, numa corrida em Bordéus.
Em 1910 já havia controlo de substâncias dopantes nos cavalos de corrida. No entanto, o controlo em atletas humanos surgiu apenas nos anos 60. Em 1965, Arnold Becker aplicou técnicas de cromatografia de gás para detectar substâncias dopantes e, em 1966, já a FIFA controlava os atletas, sendo que em 1968, nos olímpicos de Inverno, já havia uma lista elaborada com substâncias ilícitas.
Com os avanços da ciência, estes métodos de dopagem vão ficando cada vez mais dissimulados e difíceis de detectar, pelo que também os métodos de detecção destas substâncias têm de estar em constante evolução.



Porquê o controlo anti-doping?

O controlo anti-doping deve ser feito com os simples objectivos de preservar a ética desportiva, assegurar a saúde física e mental dos atletas e garantir que todos os atletas estão em estado de igualdade para cada evento desportivo.
De facto, os atletas que se recusem a comparecer num controlo anti-doping ou os atletas que apresentem níveis de substâncias proibidas acima dos limites, estão a violar as regras e são sujeitos a multas e penas de suspensão.
A recolha de amostras é feita numa sala ou espaço destinado a esse efeito, por pessoas credenciadas pela organização que tutela o evento desportivo. Pode consistir na recolha de urina e sangue ou outros métodos.



As substâncias dopantes

As substâncias dopantes podem agrupar-se em cinco grandes famílias, sendo elas a dos narcóticos; a dos diuréticos; a dos estimulantes; a das hormonas peptídicas; a dos agentes anabolisantes.
Estas cinco categorias dão conta das diferentes utilizações que o doping pode vir a ter nos atletas de alta competição: há produtos que ajudam a aumentar a resistência; outros dão mais força física; outros suportam a dor de forma artificial; outros facilitam a recuperação de lesões.
Quanto aos narcóticos, a morfina e a heroína serão os seus exemplos mais conhecidos. No entanto, também fazem parte desta categoria a petidina, a pentazocina e substâncias aparentadas, como a buprenorfina e a metadona. Os principais efeitos dos narcóticos consistem em aliviar a dor e dissimular problemas como a asma, inflamações ou diarreias.
Em relação aos diuréticos, ainda que não sejam um grupo de substâncias correntemente associado ao doping, podem ser utilizados como reguladores do organismo, diminuindo o peso de forma mais rápidado que num processo natural. Fazem parte deste grupo a furosemida, a hidroclorotiazida, o triamtereno e substâncias aparentadas.
Os estimulantes constituem o grupo mais conhecido do público comum e dele fazem parte substâncias como as anfetaminas, a cocaína, a cafeína (acima dos 12mcg/ml na urina), a efedrina, a fenilpropanolamina; o carfédon, a fencafamina e substâncias aparentadas. Estas substâncias mascaram a dor, são anti-inflamatórios, analgésicos, antiálgicos, antialérgicos, descongestionantes nasais e antitússicos.
Quanto às hormonas peptídicas, os casos mais preocupantes são, sem dúvidas, a eritropoietina (EPO) e a hormona de crescimento. Têm a ver com processos a longo prazo, pelo que têm de ser controlados fora da competição. Também fazem parte desta categoria a insulina, a corticotrofina ou a gonodotrofina coriónica.
Os agentes anabolisantes constituem, talvez, a mais conhecida família de substâncias dopantes. Desta família fazem parte a metenolona, o estanazonol, o clembuterol, a terbulatina, a fluoximesterona, a testosterona e substâncias aparentadas, sendo que os esteróides anabólicos que os atletas usam são modificações sintéticas da testosterona.
No entanto, a mais importante é a nandrolona, que é um agente androgénico que ajuda ao desenvolvimento da massa muscular, aumentando a força do atleta. Esta substância é deveras preocupante, isto porque o organismo pode produzir, fisiologicamente, esta hormona masculina. A questão está nos níveis apresentados.
No entanto, o seu uso é muito perigoso, pois além de ser considerado proibido no desporto, já ocorreram mortes de atletas pelo uso de anabolizantes, sobretudo por problemas a nível hepático e cardíaco.
Os atletas tomam estas substâncias, muitas vezes sem aconselhamento médico, o que pode originar situações graves e danosas para o seu estado de saúde, decorrentes, na maioria dos casos, de sobredosagem.
Quando surgiu, a nandrolona tornou-se muito usada, pelo baixo preço, pelos bons resultados e pela falta de meios de detecção. No entanto, à medida que o consumo se generalizou e os métodos de detecção melhoraram, o consumo caiu, também porque o facto de ser injectável não era muito apreciado. Assim, deu-se uma revolução e começou a comercializar-se nandrolona via oral, o que deu origem a uma enorme ramificação deste esteróide.
Desde os anos 80 que a nandrolona é proibida no desporto. Portanto, existem várias formas de detectar a sua presença e, sobretudo, os seus metabolismos, como a
19-norandrosterona. Este metabolito não é contudo exclusivo da nandrolona, sendo também metabolito dos esteróides proibidos no desporto 19-norandostediona e 19-norandostediol. A partir daqui a urina do atleta é sujeita a análises de procura de substâncias proibidas.
Existem vários métodos para detectar os metabolitos na urina do atleta entre os quais:

- Por imunoensaio enzimático quimiluminescente competitivo, em que os anticorpos policlonais (anti 19-norandrosterona) são criados em coelhos.
- A combinação de espectroscopia de massa de alta resolução com cromatografia gasosa aumentou imenso a sensibilidade aos metabolitos da nandrolona (1 pg/ml urina).
- Por um detector de nandrolona. Este detector foi elaborado por uma equipa de cientistas britânicos, liderada por Carl Percieval. Este detector consiste basicamente num polímero microscópico que tem impressa tridimensionalmente a molécula de nandrolona. Quando presente, a nadrolona liga-se ao polímero, sendo que este está acoplado a um cristal de quartzo com uma frequência de vibração associada. Se a molécula estiver acoplada, a frequência vibracional diminui, o que é analisado pelo detector e convertido em concentrações, pois a máquina está calibrada por padrões.
Existem estudos que dizem que os metabolitos pesquisados e proibidos são produzidos naturalmente, logo o controlo e os limites estão errados. Num estudo em particular, em 11% dos indivíduos que não tomaram nenhum anabolizante, havia níveis superiores a 2 ng/ml. Outro aspecto a ter em conta é o facto de, por exemplo, no fim de esforço físico, se o atleta estiver desidratado, a concentração vai ser maior e se, pelo contrário, beber muitos líquidos, a urina fica díluida alterando também os resultados. Para evitar isto, hoje em dia recorre-se a intervalos de tempo prolongados e padronizados para as recolhas, ou comparações com substâncias que se sabem estar em concentrações constantes na urina. É então necessário avaliar vários factores antes de concluir que o atleta cometeu doping, ou seja, nem sempre um valor acima do estipulado significa que houve toma de substâncias dopantes.



Suplementos nutricionais

Muitas vezes, os atletas tomam suplementos nutritivos para terem melhor desempenho desportivo. No entanto, existem alguns suplementos ilegais, porque são constituídos ou levam à formação de metabolitos proibidos e que acusam positivo nos testes anti-doping.
Os suplementos autorizados não põem em causa a verdade desportiva nem a saúde física e/ou mental do atleta, sendo complementos de bastante importância nos atletas de alta competição.
As vitaminas são obtidas na dieta, mas a vitamina B (aumenta o metabolismo dos glúcidos), a C e E (melhor utilização do oxigénio e diminuição dos radicais livres) podem ser fornecidas além da dieta.
O cálcio é fundamental para a contracção muscular e para o metabolismo ósseo.
O ferro é outro elemento importante, já que intervém nas trocas gasosas e no transporte de oxigénio.
Os aminoácidos de cadeia ramificada podem ser importantes ao nível muscular, sendo tomados antes e depois do treino.
Os líquidos são vitais para o desportista. Deve ingerir líquidos não açucarados antes do esforço físico, açucarados durante e açucarados com sais minerais depois do esforço, de modo a restabelecer os níveis de equilíbrio humano.
Outras substâncias (ergogénicas) também podem ser tomadas, nomeadamente a arginina, a ornitina, o triptofano, os aspartatos, a carnitina, a coenzima Q10, a
geleia-real, o pólen de abelha, ginseng e creatina.

sábado, 12 de Abril de 2008

Professor de Português

Para este post fazer um certo sentido, devo dizer que o meu professor de Português ostenta uma barba já grisalha. Já agora, aproveito para comentar que o meu professor de Português vê os Simpsons. O meu professor de Português pôs isto na sua página de ajuda aos alunos, com o link "Instruções para ler Os Maias". Bem, estou certa que ajudará muito boas alminhas.

segunda-feira, 7 de Abril de 2008

Mark Knopfler, Campo Pequeno


Na noite de 4 de Abril, Mark Knopfler, o emblemático vocalista e guitarrista dos Dire Straits, encheu o Campo Pequeno e deliciou uma multidão sedenta de ouvir o mestre da guitarra.






A já conhecida Fender Stratocaster repousava no palco e o público já se encontrava num “estado de prontidão”, aguardando que Knopfler entrasse em palco.
A música que deu início ao concerto foi Cannibals, do álbum Golden Heart. Os aplausos foram muitos, mas o melhor estaria para vir.
A satisfação do escocês era notória, dava a entender que a guitarra lhe transmitia uma sensação de prazer e que nada lhe poderia agradar mais do que ali estar, apesar de ter uma postura ligeiramente distante em relação ao público.
Emoção, arrepios e mesmo algumas lágrimas percorreram o público, ao ouvir a magia que Knopfler faz com os dedos e uma guitarra.
Foi com as músicas True Love Will Never Fade e The Fish And The Bird, que o líder dos Dire Straits estreou o seu novo álbum Kill To Get Crimson, comprado por muitos, no fim do concerto.
Depois de Romeo and Juliet, veio a tão esperada Sultans of Swing, que fez o público vibrar. Os velhos e os novos fãs cantavam (também a parte da guitarra) e, com o fantástico solo, o arrebatamento foi geral.
Ficaram na cabeça músicas como Brothers In Arms e So Far Away, sendo que o concerto terminou com Going Home. Um concerto memorável.

terça-feira, 22 de Janeiro de 2008

Época de testes

domingo, 20 de Janeiro de 2008

Filosofia

Duvidar é um acto que tem de ser exercido por alguém. Para duvidar, seja do que for e mesmo que seja de tudo, é necessário que exista o sujeito que duvida. Com efeito, a dúvida é um acto do pensamento que só é possível se existir um sujeito que o realize. A condição de possibilidade do acto de duvidar é a existência do sujeito que pensa. Logo, a existência do sujeito que duvida é uma verdade indubitável: não pode de modo algum ser posta em causa. Assim, a célebre afirmação de Descartes «Penso, logo, existo» pode ser traduzida nos seguintes termos: eu divo de tudo, mas não posso duvidar da minha existência como sujeito que, neste momento, duvida de tudo. «Duvido, logo, existo».



Descartes


Filósofo francês considerado o fundador da filosofia moderna, Descartes dá importância central à teoria do conhecimento ou gnosiologia. Procura, contra o cepticismo que reinava na sua época, construir um sistema científico de bases ou princípios firmes e indubitáveis. Inspirando-se no modelo do saber matemático, como filósofo tipicamente racionalista, entendeu que a ciência devia ter um fundamento metafísico, devia basear-se em princípios metafísicos a partir dos quais todos os conhecimentos seriam deduzidos com rigor e ordem.




«Viver sem filosofar é o que se chama ter os olhos fechados sem nunca os haver tentado abrir»

quinta-feira, 17 de Janeiro de 2008

História do século XX - 1901

Atribuição dos Prémios Nobel por serviços prestados à humanidade



Cinco anos após a morte do químico e industrial Alfred Nobel foram pela primeira vez atribuídos, em 1901, os prémios denominados com o seu nome. Cada uma das cinco distinções recebeu uma bolsa de 150 800 coroas suecas.


Um ano antes da sua morte, o químico e industrial Alfred Nobel redigiu o seu testamento, atribuindo a maior parte da sua fortuna a uma fundação: «O capital, realizado pelo executor testamentário em valores seguros, deve constituir um fundo, cujos juros anuais se destinam a premiar aqueles que, no ano transacto, maiores benefícios tenham trazido à humanidade». Os rendimentos dos juros deviam dividir-se em cinco partes iguais e destinarem-se a personalidades que se tivessem distinguido nos campos da Química, Medicina ou Fisiologia, Física e Literatura.
O quinto prémio deveria ser entregue à personalidade «que mais e melhor tivesse contribuído para a fraternidade entre os povos, para a diminuição ou supressão dos exércitos permanentes, bem como para a criação e divulgação de congressos de paz». Enquanto os outros prémios são atribuídos por instituições científicas, o Prémio Nobel da Paz é da responsabilidade de uma comissão independente, criada para o efeito pelo Parlamento norueguês. O júri constituído por cinco membros não é obrigado a dar quaisquer explicações para justificar a sua escolha.
Nascido a 21 de Outubro de 1833, em Estocolmo, o químico sueco fundou um consórcio de empresas com numerosas ramificações e descobriu em 1864 a dinamite. No mesmo ano, Nobel fundou na sua cidade natal uma fábrica de nitroglicerina, à qual se seguiu uma segunda, em Hamburgo. Só muitos anos mais tarde é que Alfred Nobel reconheceu a importância militar do explosivo.
A diversidade dos vários prémios espelha o eclectismo da personalidade de Nobel. Para além do âmbito restrito da sua carreira profissional, na qual ele preferia ver-se como investigador e não como fabricante, o químico dedicou parte do seu tempo à literatura. Além disso, ocupou-se também com as possibilidades da preservação da paz mundial e cultivou uma correspondência regular com a pacifista austríaca Bertha von Suttner. Isso não o impediu de pensar, por vezes, em inventar «uma substância ou uma máquina com uma tal capacidade destrutiva a nível global que tornasse praticamente impossível a eclosão de guerras».
As candidaturas aos Prémios Nobel são enviadas, por escrito, aos comités responsáveis, até 1 de Fevereiro de cada ano. Em 10 de Dezembro, dia da morte de Alfred Nobel, o rei norueguês entrega em Oslo o Prémio Nobel da Paz. Os restantes prémios são entregues pelo monarca sueco durante uma cerimónia que tem anualmente lugar em Estocolmo.
A partir de 1968 passou a ser atribuído um sexto prémio, doado pelo Banco da Suécia por ocasião do seu 300º aniversário, para premiar trabalhos que se tenham salientado no campo das ciências económicas. Essa distinção é também anualmente conferida pela Academia Sueca.
Assim, desde 1901, o Prémio Nobel tem vindo a prestar homenagem a homens e mulheres de todos os cantos do mundo.

Fonte: História do século XX - década a década, vol. 1

segunda-feira, 14 de Janeiro de 2008

A execução de Luís XVI - informação documental

Sabia que?
As expressões "esquerda" e "direita" ainda hoje recorrentes para a definição das posições políticas em geral, surgiram pela primeira vez na França revolucionária. Os girondinos (originários da Gironda, região do Sul da França), que constituíam um grupo moderado e ligado aos interesses da burguesia, sentavam-se à direita do presidente da Assembleia Nacional. Sentados à sua esquerda, estavam os jacobinos (reuniam-se no convento de Saint Jacques), um grupo radical expressando os interesses das camadas populares.

Do Clube dos Jacobinos fazia parte Robespierre, do qual assumiu liderança a 31 de Março de 1790.

Não tendes uma sentença a proferir a favor ou contra um homem, mas uma medida de salvação pública a tomat, um acto de providência nacional a exercer.
Luís foi rei e a República está fundada. Luís foi destronado pelos seus crimes. Luís denunciava o povo francês como rebelde. Para o castigar, chamou às armas os tiranos seus confrades. A vitória e o povo decidiram que apenas ele é rebelde. Luís não pode, pois, ser julgado: ou ele é já condenado ou a República não será absovida.
[...] se Luís é absolvido, se Luís é presumível inocente, que será da Revolução?
Quanto a mim, detesto a pena de morte proporcionada pelas vossas leis; e, por Luís, não tenho nem amor nem ódio; apenas odeio os seus crimes. Com pesar, pronuncio esta fatal verdade [...] mas Luís deve morrer para que a Pátria viva [...]. Peço que a Convenção nacional o declare, desde já, traidor à Nação francesa, criminoso para com a Humanidade.


Este testemunho deixado por Robespierre na Convenção, a 3 de Dezembro de 1792, não deixa quaisquer dúvidas: Luís XVI é culpado e tem de ser condenado.
O veredicto foi claro: 387 pronunciaram-se a favor da pena de morte; 334 votaram contra. Assim acabou a monarquia em França.



Às dez horas do dia 21 de Janeiro de 1793, Luís XVI chega à Praça da Revolução e ouve o veredicto: "Luís Capeto, culpado por conspiração contra a liberdade da Nação e por atentados contra a segurança geral do Estado." "Estou inocente", clama por entre o rufar dos tambores. A guilhotina cai.



A pequena história da grande revolução

Para os demais países europeus, governados por reis absolutistas, as mudanças que estavam a ocorrer em França representavam uma séria ameaça.
Chamados por Luís XVI, os reis da Áustria e da Prússia declararam guerra à França revolucionária. Acusados de traição, o rei e toda a família foram presos a 10 de Agosto. Um mês depois (14 de Setembro de 1791) foi aprovada a primeira Constituição francesa, que consagrava a monarquia constitucional e o voto censitário.
Nesse ano, foram convocadas eleições para uma nova Assembleia Constituinte. [...] Denominada Convenção Nacional, a nova assembleia integrava 750 deputados, alinhados em dois grupos principais: os girondinos, que representavam a burguesia comercial e manufactureira, contrários à participação popular; e os jacobinos, que defendiam os interesses da pequena burguesia e das camadas populares. [...]
A 22 de Setembro de 1972, a Convenção Nacional proclama a República e condena Luís XVI e a rainha Maria Antonieta à execução na guilhotina, no ano seguinte. Num clima de grande conflitualidade entre revolucionários (os jacobinos) e contra-revolucionários (os girondinos), a segunda Constituição foi aprovada em 24 de Junho de 1793. Entre as medidas mais importantes estavam a abolição da escravatura nas colónias, o tabelamento dos preços dos produtos de primeira necessidade, a distribuição de terras aos camponeses, a instituição do ensino gratuito e obrigatório e o recrutamento militar obrigatório. Foi a pedra-de-toque para o agudizar das relações entre ala dos gerondinos e a dos jacobinos.
Entre Junho de 1793 e Julho de 1794, a Convenção Nacional foi dominada pelos jacobinos. É o chamado período do Terror da Revolução Francesa. [...] Calcula-se que 42 mil pessoas tenham sido executadas durante estes tempos mais extremados. E não foram só os inimigos declarados da revolução mandados para a guilhotina. Foi o caso do moderador Georges Danton, orador de grande eloquência, executado a 5 de Abril de 1794 por se insurgir contra o abuso da violência do novo poder em França. Sem apoio popular, o jacobino Robespierre foi destituído de funções pelos girondinos a 27 de Julho de 1794 e executado, ele também, na guilhotina. A alta burguesia assumia definitivamente o poder e algumas medidas dos jacobinos foram revogadas. A 28 de Setembro de 1975, a de novo denominada Assembleia Nacional promulgou a terceira Constituição. Foi criado um Directório de cinco cidadãos, com funções de liderança no poder executivo e restabeleceu o voto censitário.
in
Atlas da História Mundial - volume VII - A Revolução Francesa/A partilha colonial de África

sexta-feira, 11 de Janeiro de 2008

Painéis de S.Vicente


Painéis de S.Vincente
Nuno Gonçalves
c.1470
Óleo (?) e têmpera sobre madeira de carvalho
Proveniência: Paço de S.Vicente de Fora, Lisboa


Estas seis pinturas atribuídas ao pintor régio de D.Afonso V, Nuno Gonçalves, redescobertas em 1882 no Paço Patriarcal de S.Vicente de Fora e geralmente nomeadas segundo designações propostas em 1909 por José de Figueiredo - painel dos Frades, dos Pescadores, do Infante, do Arcebispo, dos Cavaleiros e da Relíquia -, constituem um conjunto excepcional tanto no quadro da arte portuguesa de todos os tempos como no contexto da grande pintura europeia do século XV. A sua apresentação museológica segundo uma estrutura do tipo horizontal, articulada de acordo com a perspectiva dos ladrilhos que definem o pavimento e unificada pelo friso de cabeças ao longo da parte superior da composição, deve corresponder à sequência da disposição primitiva dos painéis, que originalmente estariam integrados no retábulo do Altar de S.Vicente da Sé de Lisboa, tal como as outras duas pinturas expostas nesta sala inscrevendo passos dos martírios de S.Vicente.
Os Painéis apresentam-nos um agrupamento de 58 individualizadas personagens (
correcção: mais de sessenta) em torno da dupla figuração de S.Vicente, solene e monumental assembleia representativa da Corte e de vários estados da sociedade portuguesa da época, com destaque para a Cavalaria e para a Igreja nas suas diversas hierarquias, em acto de veneração ao patrono e inspirador da expansão militar quatrocentista no Magreb. Tais personagens, em volumes claramente afirmados, tão humaníssima e podeerosamente caracterizadas pela concentração expressiva dos rostos e atitudes como pela requintada definição pictórica dos trajes e seus adereços, parecem aliar, nesta encenação cerimonial, a intenção de uma evocação narrativa a uma visão contemplativa. Embora permaneça problemático, na ausência de testemunhos coetâneos à sua criação, o pleno entendimento da intenção e significado da obra, ela deve estar assim associada a uma dupla função, votiva e evocativa, dos triunfos guerreiros da dinastia de Avis no norte de África.
Singular "retrato colectivo" na história da pintura europeia, é uma obra de enorme importância simbólica na cultura portuguesa. Daí os desafios interpretativos que tem suscitado nomeadamente no domínio das identificações iconográficas, exercício mais ou menos imaginativo que tem alimentado uma polémica já secular e até ao momento inconclusiva.


Há já muito tempo que planeava fazer uma visita ao MNAA, só para ver "ao vivo" esta obra fantástica, de que tanto falei na escola.
De facto, os Painéis de S.Vicente fazem parte de um conjunto de dez obras de referência a visitar no MNAA, no qual também se integram a Custódia de Belém e o Tríptico das Tentações de Santo Antão, entre outros.
Não consegui ver tudo o que o MNAA tem para oferecer, ou seja, de certeza que lá voltarei em breve, para acabar a minha visita.

terça-feira, 8 de Janeiro de 2008

Byblos Livrarias


Um novo conceito de livraria


O conceito
A promessa é enorme: «Pensar livros é pensar na Byblos Livrarias/Amoreiras, porque é a primeira livraria de fundo editorial no nosso país, ou seja, a única que está concebida para disponibilizar a totalidade das obras publicadas pelos autores e editores portugueses. Pensar livros é pensar Hi-Tech, porque, pela primeira vez, uma estante robotizada permitirá um acesso automático a dezenas de milhares de títulos. Um novo conceito de livraria».

O espaço
A Byblos apresenta-nos o maior número de títulos disponíveis (150000) e um espaço muito amplo (3300m²), sendo a maior livraria do país.
É de pensar que a organização é um aspecto fulcral a considerar num espaço de tal dimensão. Por isso, digo-vos que toda a oferta está muito organizada, de acordo com a procura.
A Byblos tem ainda um salão de eventos com 137 lugares sentados e uma cafetaria, com serviço de refeições ligeiras ao almoço e ao jantar.

A oferta
Como na Fnac, a Byblos oferece-nos uma ampla oferta, não só de livros, mas também de CD's, DVD's, Merchandising, jogos, etc.
Por ter falado em Fnac, saliento que, excluindo os livros, esta supera a Byblos em termos de variedade de oferta.



O site
No site da Byblos podemos consultar uma base de dados (ainda em actualização), com a promessa de mais tarde, podermos adquirir produtos através da mesma.

O que se diz na imprensa

De editor a livreiro, Américo Augusto Areal, ex-presidente da ASA, mantém o hábito de pensar em grande. Acha que as centralidades estão a mudar e por isso abriu uma livraria numa zona de Lisboa que considera em plena expansão. Não é uma livraria qualquer. É a maior do país e respira conforto e tecnologia.
in
Notícias Magazine, 16-12-2007

A maior livriaria dos país vai abrir portas na próxima sexta-feira, dia 14, na zona das Amoreiras, em Lisboa. Com 3300 metros quadrados de área comercial e 150 mil títulos disponíveis, a Byblos é o resultado de "meio século dedicado ao livro", disse ao METRO Américo Augusto Areal, responsável pelo projecto e, até há pouco tempo, editor e dono da ASA.
in
Metro, 10-12-2007

Os livros têm um chip com toda a sua identidade, que é transmitida através de radiofrequência para umas antenas escondidas no topo das estantes e que, por sua vez, ligam essa informação a uma rede geral de computadores. "Isto parece um bocado ficção científica, não parece?". A constatação é de Américo Areal, antigo proprietário da editora ASA e mentor da Byblos, livraria que abre as portas no próximo dia 13, no Amoreiras Square (Lisboa), e que promete oferecer, na realidade, estas tecnologias.
in
Tabu, 01-12-2007

Américo Areal chegou a casa e confessou à mulher: ‘Tive uma proposta aliciante de compra da editora.’ ‘Que respondeste?’ ‘Que não.’ A mulher fez cara feia: ‘Mas nunca foste egoísta na vida! Porque estás a ser agora?’ O raciocínio dela era simples: ‘Quando morreres, vais satisfeito. Fizeste o que quiseste, a vida toda. Mas nem os teus filhos nem eu temos as tuas capacidades para prosseguir com este negócio. Como ficam os teus filhos, se morreres agora?’ Américo, 56 anos de vida e 33 de casado, pôs-se a matutar. ‘Eu, que gaguejo, perdi a fala.’ A mensagem da mulher ficou a processar. Muito mais quando, na semana seguinte, se sucederam as propostas.

in Visão, 29-11-2007

Os fundos de catálogo serão a sua aposta primeira, preenchendo uma lacuna no mercado livreiro em Portugal, tal como o recurso às novas tecnologias será a sua imagem de marca. Com uma área de quatro mil metros quadrados, 3300 dos quais de acesso público, distribuídos por dois pisos que ocupam a quase totalidade da galeria comercial do Edifício Amoreiras Square, em Lisboa.
in
Diário de Notícias, 15-11-2007

Quem visitar a nova livraria, actualmente em fase de montagem, vai usá-la mesmo sem dela se dar conta: livros, estantes e demais expositores estarão, todos eles, ligados em rede, por via da tecnologia de identificação por radiofrequência.

in Global Notícias, 15-11-2007

A maior livraria de Portugal vai abrir as suas portas a 6 de Dezembro, em Lisboa, na zona das Amoreiras. Com 3300 m2 só de área comercial (mais 700 de serviços administrativos) e um catálogo de 150 mil títulos disponíveis, a Byblos representa um sonho antigo de Américo Areal, até há pouco dono e editor da ASA. Uma livraria de fundo editorial, que quer ser a «primeira livraria inteligente» no nosso país e ter disponível a totalidade do catálogo das chancelas nacionais.
in
Jornal de Letras, 07-11-2007